Rede ARMO Observatório para a Foz do Rio Amazonas

Rede ARMO Observatório para a Foz do Rio Amazonas O presente projeto consolida os esforços das principais instituições da Amazônia Legal no entendimento da Foz do rio Amazonas, com o apoio de centros de excelência do Brasil e do mundo, empenhados nesse esforço, que inclui o próprio fortalecimento das instituições regionais. A infraestrutura ainda deficitária e a carência de pessoal na região para o estudo da Foz do Amazonas são aspectos intimamente ligados ao principal problema aqui abordado, sumarizado no entendimento dos fluxos entre a floresta amazônica e o oceano adjacente, sua biodiversidade, geodiversidade e uso sustentável de seus recursos vivos e não vivos, onde o rio Amazonas é o principal conduíte não só de água doce, mas sedimentos, carbono, nutrientes e poluentes entre a vasta bacia e floresta amazônica com o oceano adjacente. Essa proposta congrega ~120 participantes, 13 instituições da Amazônia, e 10 instituições colaboradoras nacionais e 7 estrangeiras integrando aqui e agora os esforços dos últimos 25 anos no entendimento da Foz do Amazonas, onde as principais questões científicas e socioambientais foram identificadas, culminando com os sete eixos que a proposta aborda e integra: Dinâmica e transporte de sedimentos e dispersão de nutrientes e óleo (i); Biodiversidade aquática e bentônica da foz do Amazonas (ii); Panorama dos recursos pesqueiros da região e sustentabilidade da pesca (iii); Dinâmica, ecologia e sequestro de carbono em manguezais (iv); Saúde ambiental dos ecossistemas costeiros e marinhos amazônicos com foco na contaminação (v); sua Resiliência, vulnerabilidade e adaptabilidade frente às mudanças climáticas (vi); e a inserção efetiva dos atores sociais nas discussões, entendimento, divulgação e popularização do conhecimento científico acerca da Foz do Amazonas (vii). Através dos recursos pleiteados a rede será efetivada e as pesquisas já iniciadas serão consolidadas e integradas em caráter interinstitucional e interdisciplinar como a própria natureza da Foz do Amazonas demanda. Fonte de financiamento: Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq)
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